sexta-feira, 2 de julho de 2010

sábado, 29 de maio de 2010

em Nova Iorque, E.U.A.





NOVA IORQUE

é a cidade mais populosa dos Estados Unidos e o centro da área metropolitana de Nova York, que está entre as áreas urbanas mais populosas do mundo. Considerada uma cidade global alfa ++, Nova Iorque exerce uma poderosa influência sobre o comércio mundial, finanças, cultura, moda e entretenimento. A cidade sedia a Organização das Nações Unidas e também é um importante centro de negócios internacionais. A cidade é muitas vezes referida como New York City, para diferenciá-la do estado de Nova York, do qual faz parte.

Localizada em um grande porto natural na costa atlântica do Nordeste dos Estados Unidos, a cidade é composta por cinco distritos: Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. Com uma população estimada em 2007 em mais de 8,3 milhões de pessoas e com uma área territorial de 790 km², Nova Iorque é a grande cidade mais densamente povoada dos Estados Unidos. A população da região metropolitana de Nova York é também a maior do país, estimada em 18,8 milhões de pessoas em 17.400 km². Além disso, a Área Estatística Combinada com a Grande Nova York possuia 22,155 milhões de habitantes em 2008, segundo estimativas do Censo, sendo também a maior nos Estados Unidos.

Nova York foi fundada como um posto de troca comercial pelos Holandeses em 1624. O local foi chamado de Nova Amsterdã até 1664, quando a colônia ficou sob controle Inglês.Nova York foi a capital dos Estados Unidos de 1785 até 1790 e é a maior cidade do país desde 1790.

Muitos distritos e pontos turísticos da cidade tornaram-se conhecidos mundialmente. A Estátua da Liberdade recebeu milhões de imigrantes que vieram para o país no final do século XIX e início do século XX. Wall Street, em Manhattan, é um dominante centro financeiro global desde a Segunda Guerra Mundial e é o lar da Bolsa de Valores de Nova York. A cidade também é o lar de alguns dos arranha-céus mais altos do mundo, incluindo o Empire State Building e as extintas torres gêmeas do World Trade Center.

A cidade é o berço de muitos movimentos culturais, incluindo o Renascimento de Harlem na literatura e nas artes visuais; o expressionismo abstrato (também conhecido como o Escola de Nova York) na pintura; o hip hop, o punk, a salsa, disco e Tin Pan Alley na música; e é a casa do Teatro Broadway.

Nova York é notável entre as cidades estadunidenses em sua elevada utilização de transporte de massa, cuja maioria funciona 24 horas por dia, e pela densidade populacional e diversidade de seus habitantes. Em 2005, cerca de 170 idiomas eram falados na cidade e 36% de sua população tinha nascido fora dos Estados Unidos. A cidade é muitas vezes referida como "a cidade que nunca dorme", enquanto outros apelidos incluem o "Capital do Mundo", "Gotham" e "Big Apple".



quinta-feira, 20 de maio de 2010

nas Sete Colinas de Lisboa, Portugal.






A ideia destas presumíveis sete colinas poderia advir dos Romanos, que viam em Felicitas Julia ou Olisipo uma estrutura geográfica semelhante à da capital do império Romano. A lenda refere que Roma, quando foi fundada, era rodeada por Sete Colinas, a saber: Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, Celio, Aventino e Palatino.

Mas independentemente desta proveniência lendária popular foi Frei Nicolau de Oliveira, como já referido, empenhado em arranjar um paralelo apressado com a cidade de Roma que as referiu pela primeira vez no século XVII. Com o crescimento urbano, estendeu-se a outras elevações e, no século XVI, Damião de Góis já a descrevia espalhada por cinco colinas: Esperança, São Roque, Sant'Ana, Senhora do Monte (ou Santa Catarina do Monte Sínai) e Castelo (ou São Jorge). Hoje naturalmente que a cidade ocupa muitas mais e nem aquelas na altura eram bem sete, por exemplo, a colina da Graça foi esquecida por Frei Nicolau, uma vez que chegando a Lisboa pelo mar, é encoberta pela do Castelo, com essa daria oito colinas mas a mesma impossibilitava a imitação ou a similaridade com Roma e era mais conveniente imitá-la.

Outro facto é que as Colinas de Santa Catarina do Monte Sinai e Chagas, até 1597, tratava-se de apenas um monte, o chamado Pico de Belveder, que até tinha uma célebre povoação, que mais tarde foi inserida na malha urbana de Lisboa, mas nesse ano verificou-se uma derrocada de terras devido ao terramoto desse ano, que cavou a depressão e onde hoje se estende o Elevador da Bica, dando origem no vale à urbanização da Bica, criando-se assim as duas colinas actuais. Sem este acidente, vinte e três anos depois Frei Nicolau teria tido algumas dificuldades em encontrar sete colinas visíveis do estuário do rio Tejo.

Descrição das colinas

Colina de São Jorge, também chamada do Castelo, é a colina mais alta das sete (na realidade é a colina da Graça que é continua a esta que é a mais alta colina de Lisboa, mas foi como vimos esquecida pelo autor desta lenda) e é onde fica o actual Castelo de São Jorge e onde se pensa que apareceu o primeiro povoado que deu origem a Lisboa, nesta colina e por baixo do Castelo apareceram vestígios do Oppidum Romano (sendo por esse motivo a parte central do antigo municipium Romano), sabe-se que o alcácer árabe estava aí instalado e foi aí que se construiu o castelo do tempo da Reconquista que ainda hoje existe. A sua área geográfica abrange actualmente os bairros da Mouraria, do Castelo e parte do de Alfama (sudeste).

Colina de São Vicente onde fica o actual Bairro de Alfama e o Convento de São Vicente de Fora.

Colina de Sant'Ana, onde ficava o Mosteiro das freiras Dominicanas de Nossa Senhora da Anunciada, o nome destas passou ao local e à rua que junto dele seguia estas instalaram-se no local em 1539 depois dos frades Agostinhos o cederem por troca às freiras que se transferiram para este local da sua primitiva fundação na Costa do Castelo, local onde agora fica o Largo da Anunciada, mesmo no topo da colina. Esta Colina localiza-se a Oeste do Castelo de São Jorge, tendo constituído um esporão entre a Ribeira de Valverde a poente e a Ribeira de Arroios a nascente, que na sua confluência o delimitavam a sul, equivalendo grosso modo à área actualmente definida pela Rua de São José/Rua das Portas de Santo Antão, Rua da Palma/Largo do Martim Moniz e Praça da Figueira.

Colina de Santo André, conta-se que D. Afonso Henriques aproveitando as qualidades estratégicas da região e aqui instalou, em 1147, as suas tropas para atacarem a cidade, com o terramoto de 1551 que fez sair muitos moradores da cidade antiga estes escolheram as colinas da Graça e de Santo André por serem muito altas (na realidade os factos também se referem à colina da Graça que é continua a esta), e na altura menos ocupadas e de "melhores ares", assim, famílias nobres instalam-se na região e adquiram quintas onde construíram casas de campo, mais tarde essas casas dão lugar a grandes palácios que se localizam sobretudo ao longo das calçadas da Graça e Santo André e ainda no Largo da Graça.

Colina das Chagas cujo nome é atribuído por causa da Igreja que nele edificaram os marinheiros da rota da Índia em louvor às Chagas de Cristo, corresponde actualmente à área que se situa o Largo do Carmo e área envolvente.

Colina de Santa Catarina que vai actualmente do Largo Camões até à Calçada do Combro.

Colina de São Roque também confundida por uns como a colina de São Pedro de Alcântara que nunca existiu pois essa designação é de uma Rua e de um Jardim com um nome bem recente, na mesma situa-se o Miradouro de São Pedro de Alcântara, fonte talvez da confusão, nesta está situada actualmente o Bairro Alto.

Fotografias Zito Colaço.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

na Marina de Vilamoura, Algarve, Portugal.






A Marina de Vilamoura é um dos principais pólos de atracção no Algarve concentrando um variado leque de opções de turismo e lazer. Com cerca de 1.000 postos de amarração, esta é a maior e mais importante marina de Portugal e ocupa um lugar de referência no panorama da náutica de recreio nacional e internacional.

Na sua envolvente, os bares, esplanadas, restaurantes e lojas, animam a Marina durante 365 dias por ano e são o cartão de visita de Vilamoura. Este “porto de abrigo”, palco de inúmeras provas de vela de renome internacional, é também muito procurado pelos amantes da Pesca Grossa em alto mar, de wind-surf, jet-ski, para-sail e do mergulho. É daqui também que partem vários cruzeiros e passeios de barco.

A Marina de Vilamoura oferece uma grande variedade de serviços, possui um dos estaleiros mais bem equipados do país e uma Escola de Vela, o CIMAV. Mesmo ao lado, depois dos dois molhes de pedra ficam a praia de Vilamoura e a majestosa praia da Falésia.

A Marina de Vilamoura orgulha-se de ser uma das primeiras marinas de Portugal a receber a certificação do Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente, implementado e certificado pelas normas ISO 14001 e ISO 9001. Esta certificação, juntamente com a Bandeira Azul da Europa para Marinas e Portos de recreio revela o sucesso da política de gestão da Marina e o cuidado permanente com o ambiente.

Fotografias Zito Colaço

domingo, 18 de abril de 2010

no Rio Guadiana, Portugal.






NAS MARGENS DO RIO GUADIANA

O rio Guadiana é um rio internacional da Península Ibérica que nasce a uma altitude de cerca de 1700m, nas lagoas de Ruidera, na província espanhola de Ciudad Real, renasce nos Ojos del Guadiana e desagua no Oceano Atlântico (mais precisamente no Golfo de Cádis), entre a cidade portuguesa de Vila Real de Santo António e a espanhola de Ayamonte. Com um curso total de 829 km, é o quarto mais longo da Península Ibérica. A bacia hidrográfica tem uma área de 66 800 km², situada, em grande parte, em Espanha (cerca de 55 000 km²).

Percorre a Meseta Sul na direcção leste-oeste e, perto da cidade espanhola de Badajoz, toma o rumo sul até à foz. O Guadiana faz por duas vezes fronteira entre Portugal e Espanha. Primeiro entre o rio Caia e a ribeira de Cuncos, e depois desde o rio Chança até à foz. O primeiro sector da fronteira não está demarcado entre a ribeira de Olivença e a ribeira de Táliga, devido ao litígio fronteiriço de Olivença.

O Guadiana é navegável até Mértola numa distância de 68 km. No seu curso português foi construída a Barragem de Alqueva, na região do Alentejo, que criou o maior lago artificial da Europa.

Os seus principais afluentes são, pela margem direita: Záncara, Ciguela, Bullaque, Dejebe e a Ribeira do Vascão. Pela margem esquerda são afluentes principais o Guadiana Alto, Azuer, Jabalón, Zújar, Matachel, Ardila e o Chança.


Fotografias Zito Colaço

terça-feira, 23 de março de 2010

no Parque Florestal do Monsanto, Lisboa, Portugal.






Situado na Serra de Monsanto, é o maior espaço verde de Lisboa, com cerca de 900 hectares, ocupando quase a quarta parte da área do concelho, que juntamente com a Tapada da Ajuda, são o "pulmão" da cidade. A ideia de arborizar a serra partiu do engenheiro silvicultor João Maria de Magalhães em 1868, mas foi só sob o governo do Engº Duarte Pacheco que se inicia a sua concretização. Em 1934 foi criado, por decreto, o Parque Florestal de Monsanto e a sua arborização começou em 1938, avançando rapidamente numa extensão de 18Km por 2Km de largura.

O parque inclui inúmeros espaços verdes como a Alameda Keil do Amaral, a Mata de S. Domingos de Benfica, o Parque do Calhau, o Jardim dos Montes Claros, assim como parques infantis e recreativos como o Parque Recreativo do Alto da Serafina, do Alvito e dos Moinhos de Santana. Existe ainda um Centro de Interpretação e vários polos de actividades de aventura e desporto, como o Parque da Pedra e o Parque Aventura (escalada e cordas), o No Ar e sobre Rodas (com ringue e rampas para skates, patins e bmx`s) e o Penedo, com três campos de basket. De âmbito cultural, destacam-se o Anfiteatro Keil do Amaral e o Auditório Espaço Monsanto. Existem no parque cerca de 300 km de percursos pedestres e cicláveis. Quanto às árvores este parque tem principalmente carvalhos, cedros, ciprestes e eucaliptos.

Fotografias Zito Colaço



segunda-feira, 22 de março de 2010

BILMA a Limpar Portugal 2010



OBRIGADO A TODOS

Muito obrigado a todos os voluntários que LIMPARAM PORTUGAL, na Mata dos Medos.
Bem hajam.

BILMA

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

no deserto do Sahara.





O GRANDE DESERTO

No Sahara, o granito finge-se de areia e veste-se de tapetes exuberantes e almofadas sumptuosas, fuma-se narguilé e assiste-se a espectáculos de dança do ventre. O deserto.
É o Sahara à solta, intenso e exótico como o imaginamos. Entramos e somos imediatamente assaltados por uma onda doce e penetrante, um cheiro a incensos que nos atira num ápice para outras latitudes. As luzes são quentes e balançam, num equilíbrio natural, penumbra e claridade - mas o cenário é saturado.

A música é uma harmonia de alaúde, bendir, "nai", "tabla baladi"...decoração profusa, cores vivas (laranjas, vermelhos, "bordeaux", azuis, brancos sujos, dourados) contra o cinzento do granito. O Sahara é um portal para outro tempo, outro continente, outra cultura.

Fotografias Carlos Didelet

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

na Serra do Gerês, Portugal.





GERÊS - O HOMEM E A NATUREZA

O Gerês sempre simbolizou a harmonia entre o homem e a natureza, numa partilha permanente de actividades e sentimentos, das gentes aliada à natureza e das inóspitas montanhas de granito moldadas pelo tempo. As águas correm cristalinas pelos ribeiros e o ar puro envolve a grande diversidade da fauna e da flora porpocionando um movimento contínuo de calma e prazer.

Importante destino turístico desde há mais de um século, o Gerês é uma marca a defender, preservar e, dela saber tirar vantagem legítima para a sustentabilidade da região. O Gerês oferece produtos e serviços com grande qualidade e, sem dúvida, vocacionados, para lhe porporcionar o merecido bem estar necessário á vida actual tão agitada.

Fotografias Zito Colaço